Ela chama, e chama, e chama, em chamas ela chama.Ele olha, .Nos olhos dela ele olha. Nos lábios dla ele olha, ele olha.
Ela sorri, sorrisinho de menina que fez arte, sorrisinho de menina que faz arte.Sorrisinho de menina que sabe que é uma obra de arte...Sorrisinho.Sorrisinho.
Ele vem passo a passo.Ele vem passos firmes.Ele vem... Passos controlados.Ele vem passos ansiosos.Ele vem .Ele vem.
Ela toca a pele dele.Ele toca em sua pele.Ela toca piano.Ele fica tocado com sua musica.Ela toca.Ele a toca.Ela o toca.E toca.
Beijo na nuca, ela suspira.Ele respira.Ela respira mais rápido.Ele suspira e respira.Ela suspira e suspira...
Ele a levanta, pega no colo.Mãos na cintura.Dela...Pernas ao redor da cintura.Dele...
Pernas dela.Nas mãos.Dele.Ele...Nela.
boca na boca.lábios dela.Macios...Labios dele.Firmes...Lábios nos labios. Labios na pele.Labios dele.Nela...
Chama.
Olha.
Sorri.
Vem.
Toca.
Suspira.
levanta.
Beija.
Ama.
Ama.
Ama...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Quando ele veio...
O carro parado.Ele parado.Ela parada.Olhos nos olhos.Olhos na boca.Olhos nos braços fortes e nos ombros largos que ele tem.Um e noventa e tres de altura, ele muito alto e ela muito pequena perto dele, ela solta um sorrisinho fora de hora quando essa imagem lhe passa pela cabeça, ele percebe os olhos dela fixos nos ombros esquadrinhando cada centimetro, apenas músculos, muitos e bem trabalhados, ele abaixa os olhos e sorri envergonhadamente, do alto de seus vinte e nove anos ele sabe muito bem que imagem passa pela cabeça da pequena.Ela cora.
Em um gesto brusco e rápido ele a busca para perto, ela não sabe como chegou tão próxima dele, mas agora sente cada fibra do peitoral sob a camisa branca que ele usa, ela ainda está estarrecida com o arroubo do moço e olha nos olhos profundos azuis clarissimos que ele possui...Tão hipnotizantes, e ela ...Tão hipnotizada que nem percebe que o vestido levantou mais do que devia quase que revelando o que não podia.Ele ajeita a seda negra, mas não sem esboçar um sorrisinnho ironico,ela realmente não havia percebido até ele esboçar essa reação.Ela cora pela segunda vez.
Jogadora,ela sabe que os machos preferem as fêmeas ariscas, mas algo nele a faz derrubar todas aquelas paredes de gelo que as conquistadoras possuem. Ela apenas recosta, suspira e esquece de todas as lições de leoa que já aprendeu.Ele consegue envolvê-la com apenas um braço,são somente sessenta centímetros de cintura, não é muito difícil para ele.A outra mão busca a face dela, os cílios dela, as maçãs ainda vermelhas.
Ela sente a respiração dele calma e cada vez mais perto. Os dedos chegam até o pescoço da bela, e ela sabe que dedos na nuca precedem lábios nos lábios.De volta as lições de menina-mulher ela abre suas lanternas cor de mar para permitir-lhe um breve e doce contato com a boca dele .Um segundo apenas e ela se afasta, o rosto dele demonstra uma mistura de desejo e dúvida, sua expressão gritava a pergunta que não precisou ser dita.Ela diz:
- Você vai embora amanhã.
Ele compreende, sabe muito bem que o passado dos dois, combinado com o presente recente faz com que não tenham nenhuma esperançade futuro juntos.Conto de fadas açucarado, novela mexicana melosa, cliche de cinema, conto de livreto Sabrina...Nada isso se compara à história desses dois dentro do civic parado em frente à casa dela, no meio da avenida em plena hora do rush, mas para os dois, naquele momento, tudo é silencioso.
Ela afasta e toca a maçaneta do carro, ele segura o braço dela, mãos fortes chegam no pulso fino dela,firmemente, mas com tamanha suavidade que não chega a machucá-la, ao contrario, agora ela hesita um pouco mais em abrir a porta e suspira, suspira, suspira, em uma tentativa inútil de tentar descolar-se do banco, inútil mesmo, o cheiro amadeirado dele a mantém atada ao banco de couro.
Ele percebe a vontade dela, respiração ofegante não é um indício de quem quer partir, ela tem vontade dele, vontade de beijar, de abraçar, de tocar, vontade, vontade, vontade. Ele também tem ,de tudo isso e mais. Moça bela, loura e delicada, alva e mansa, voz doce,gestos ágeis, a pele fria de nervoso e o lábio quente do beijo recém dado.Vontade sim, mas ele não é injusto, muito menos inexperiente.
Ela agora está livre das algemas dele, mas não queria, não ainda e retirando os pensamentos lá do meio das nuvens, de volta a realidade do planeta Terra, ela se lembra do amanhã e abre a porta do carro, nesse mesmo instante ele com voz firme, decidida de homem feito fala mais alto do que deveria:
-Vem comigo!
Ele pausa e repete em tom de voz mais moderado:
-Vem embora comigo, para a minha cidade, vem comigo...
Gesto de amor, paixão, desejo, sabe-se lá o que o motivou a dizer isso, mas essa foi a frase dispersada no ar assim que a tranca do civic fez barulho.Ela congela, olhando apenas para a porta, tentando digerir o que acabara de ouvir, paralisada apenas espera... Não sabe bem o que...Mas apenas congela...E espera.
-vem comigo,ele repete.
Ela finalmente se mexe, o coração dá pulos e rodopios em seu peito, por dentro ela se transforma em arco-iris e diamantes, mas por fora apenas vira-se para ele, dá um longo suspiro e emudece. Ela tem raízes. Ela tem laços. Ela não vai. E ele sabe disso agora, pelo olhar doce por ela lançado e pelo "não posso" que teima em não sair da garganta da loira. Nem foi preciso falar nada, as palpebras abaixadas dele, e a mão na fronte passando os dedos pelos cabelos, também louros dele mesmo já dizem tudo.Não há nada a ser feito.
Em um último atento de ternura, ele puxa-lhe o rosto e beija-lhe a testa antes de dizer que ela pode mudar de idéia até as nove horas da manhã do outro dia, a hora que o voô dele sai de Campo Grande. Fria, expressão de reflexão um ,dois, três segundos que para ele pareceram uma eternidade, ele apenas percebe o peito dela se movendo mais rapido, coraão bate acelerado...Debby, Debby, fale alguma coisa, não me deixe nesse estado, ele balbucia.
E um último suspiro dela antes antes de se aproximar e beija-lo demoradamente.
Primeiro e último beijo dos dois, não é irônico como romances reais são tão mais difíceis que os novelescos? Ela pensa assim que se afasta e abre completamente a porta já destrancada, em um último gesto de carinho, ele segura sua mão assim que ela põe as pernas para fora e fala quase que num sussurro:
- Já te amo para sempre!!!
Porta do civic preto fechada, olhos fechados, coração fechado.No dia seguinte às nove em ponto, ele entra no avião e ela sonha com ele no edredon rosa.
Em um gesto brusco e rápido ele a busca para perto, ela não sabe como chegou tão próxima dele, mas agora sente cada fibra do peitoral sob a camisa branca que ele usa, ela ainda está estarrecida com o arroubo do moço e olha nos olhos profundos azuis clarissimos que ele possui...Tão hipnotizantes, e ela ...Tão hipnotizada que nem percebe que o vestido levantou mais do que devia quase que revelando o que não podia.Ele ajeita a seda negra, mas não sem esboçar um sorrisinnho ironico,ela realmente não havia percebido até ele esboçar essa reação.Ela cora pela segunda vez.
Jogadora,ela sabe que os machos preferem as fêmeas ariscas, mas algo nele a faz derrubar todas aquelas paredes de gelo que as conquistadoras possuem. Ela apenas recosta, suspira e esquece de todas as lições de leoa que já aprendeu.Ele consegue envolvê-la com apenas um braço,são somente sessenta centímetros de cintura, não é muito difícil para ele.A outra mão busca a face dela, os cílios dela, as maçãs ainda vermelhas.
Ela sente a respiração dele calma e cada vez mais perto. Os dedos chegam até o pescoço da bela, e ela sabe que dedos na nuca precedem lábios nos lábios.De volta as lições de menina-mulher ela abre suas lanternas cor de mar para permitir-lhe um breve e doce contato com a boca dele .Um segundo apenas e ela se afasta, o rosto dele demonstra uma mistura de desejo e dúvida, sua expressão gritava a pergunta que não precisou ser dita.Ela diz:
- Você vai embora amanhã.
Ele compreende, sabe muito bem que o passado dos dois, combinado com o presente recente faz com que não tenham nenhuma esperançade futuro juntos.Conto de fadas açucarado, novela mexicana melosa, cliche de cinema, conto de livreto Sabrina...Nada isso se compara à história desses dois dentro do civic parado em frente à casa dela, no meio da avenida em plena hora do rush, mas para os dois, naquele momento, tudo é silencioso.
Ela afasta e toca a maçaneta do carro, ele segura o braço dela, mãos fortes chegam no pulso fino dela,firmemente, mas com tamanha suavidade que não chega a machucá-la, ao contrario, agora ela hesita um pouco mais em abrir a porta e suspira, suspira, suspira, em uma tentativa inútil de tentar descolar-se do banco, inútil mesmo, o cheiro amadeirado dele a mantém atada ao banco de couro.
Ele percebe a vontade dela, respiração ofegante não é um indício de quem quer partir, ela tem vontade dele, vontade de beijar, de abraçar, de tocar, vontade, vontade, vontade. Ele também tem ,de tudo isso e mais. Moça bela, loura e delicada, alva e mansa, voz doce,gestos ágeis, a pele fria de nervoso e o lábio quente do beijo recém dado.Vontade sim, mas ele não é injusto, muito menos inexperiente.
Ela agora está livre das algemas dele, mas não queria, não ainda e retirando os pensamentos lá do meio das nuvens, de volta a realidade do planeta Terra, ela se lembra do amanhã e abre a porta do carro, nesse mesmo instante ele com voz firme, decidida de homem feito fala mais alto do que deveria:
-Vem comigo!
Ele pausa e repete em tom de voz mais moderado:
-Vem embora comigo, para a minha cidade, vem comigo...
Gesto de amor, paixão, desejo, sabe-se lá o que o motivou a dizer isso, mas essa foi a frase dispersada no ar assim que a tranca do civic fez barulho.Ela congela, olhando apenas para a porta, tentando digerir o que acabara de ouvir, paralisada apenas espera... Não sabe bem o que...Mas apenas congela...E espera.
-vem comigo,ele repete.
Ela finalmente se mexe, o coração dá pulos e rodopios em seu peito, por dentro ela se transforma em arco-iris e diamantes, mas por fora apenas vira-se para ele, dá um longo suspiro e emudece. Ela tem raízes. Ela tem laços. Ela não vai. E ele sabe disso agora, pelo olhar doce por ela lançado e pelo "não posso" que teima em não sair da garganta da loira. Nem foi preciso falar nada, as palpebras abaixadas dele, e a mão na fronte passando os dedos pelos cabelos, também louros dele mesmo já dizem tudo.Não há nada a ser feito.
Em um último atento de ternura, ele puxa-lhe o rosto e beija-lhe a testa antes de dizer que ela pode mudar de idéia até as nove horas da manhã do outro dia, a hora que o voô dele sai de Campo Grande. Fria, expressão de reflexão um ,dois, três segundos que para ele pareceram uma eternidade, ele apenas percebe o peito dela se movendo mais rapido, coraão bate acelerado...Debby, Debby, fale alguma coisa, não me deixe nesse estado, ele balbucia.
E um último suspiro dela antes antes de se aproximar e beija-lo demoradamente.
Primeiro e último beijo dos dois, não é irônico como romances reais são tão mais difíceis que os novelescos? Ela pensa assim que se afasta e abre completamente a porta já destrancada, em um último gesto de carinho, ele segura sua mão assim que ela põe as pernas para fora e fala quase que num sussurro:
- Já te amo para sempre!!!
Porta do civic preto fechada, olhos fechados, coração fechado.No dia seguinte às nove em ponto, ele entra no avião e ela sonha com ele no edredon rosa.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Em uma manhã qualquer
Felicidade é ter um raio de sol beijando suavemente a face ao amanhecer. Toca a maçã rubra de levinho, prisma por prisma, luz fraca da estrela nascente, acaricia este rosto de menina já tão castigado pelas gotas do sofrer. Cada lágrima uma história, cada história uma lembrança, cada lembrança uma peça do quebra – cabeça da vida de uma adorável menina sonhadora.
Adorável. Pode ser. Sonhos ela já não tem há muito tempo. Sonhos ela plantou na mente da amável, e esta cultivou com a esperança materna e os regou com a doçura que só as do ventre carregam. Perdoa os sonhos roubados, mas hoje o sol beija a carinha branca e doce da sua menina, hoje o cabelo louro e longo não alegra, incomoda e temoriza.Os olhos verdes não brilham, escondem o vermelho da noite de desabafo , a tatuagem realça pele alva e delicada, pequena lembrança e passado distante.
Quisera ela ter flor de cerejeira!!!!
E o que resta além de um sorrisinho juvenil entredentes de neném cheirando a leite com com açúcar é a alegria de ter, nem que seja por um segundo, o ardor do centro universal aquecendo a mansão pecaminosa de sua alma, penetrando sua energia em cada poro, em cada centimetro, em cada marca, em casa lagrima derrramada.
Então, já que é apenas isso que me resta... Beija flor, passa do meu lado mais uma vez, e amigo... Aumenta o som...
Adorável. Pode ser. Sonhos ela já não tem há muito tempo. Sonhos ela plantou na mente da amável, e esta cultivou com a esperança materna e os regou com a doçura que só as do ventre carregam. Perdoa os sonhos roubados, mas hoje o sol beija a carinha branca e doce da sua menina, hoje o cabelo louro e longo não alegra, incomoda e temoriza.Os olhos verdes não brilham, escondem o vermelho da noite de desabafo , a tatuagem realça pele alva e delicada, pequena lembrança e passado distante.
Quisera ela ter flor de cerejeira!!!!
E o que resta além de um sorrisinho juvenil entredentes de neném cheirando a leite com com açúcar é a alegria de ter, nem que seja por um segundo, o ardor do centro universal aquecendo a mansão pecaminosa de sua alma, penetrando sua energia em cada poro, em cada centimetro, em cada marca, em casa lagrima derrramada.
Então, já que é apenas isso que me resta... Beija flor, passa do meu lado mais uma vez, e amigo... Aumenta o som...
terça-feira, 27 de abril de 2010
IMPOTENTE
Impotente
Vendo meu corpo definhar lentamente
Impotente
Olhando minhas formas frente a frente
Impotente
Lutando contra ela incansavelmente
Impotente
Escondendo-me de todos como uma delinquente
Impotente
Chorando na cama silenciosamente
Impotente
Fugindo das perguntas covardemente
Impotente
Percebendo-me sozinha e carente
Impotente
Agindo de modo incoerente
Impotente
No espelho meu cabelo loiro mente
Impotente
Invejando a felicidade alheia amargamente
Impotente
Passam os dias e eu aqui dormente
Impotente
Melodrama sendo escrito rapidamente
Impotente
Eternamente
Impotente
Impotente
Impotente
Vendo meu corpo definhar lentamente
Impotente
Olhando minhas formas frente a frente
Impotente
Lutando contra ela incansavelmente
Impotente
Escondendo-me de todos como uma delinquente
Impotente
Chorando na cama silenciosamente
Impotente
Fugindo das perguntas covardemente
Impotente
Percebendo-me sozinha e carente
Impotente
Agindo de modo incoerente
Impotente
No espelho meu cabelo loiro mente
Impotente
Invejando a felicidade alheia amargamente
Impotente
Passam os dias e eu aqui dormente
Impotente
Melodrama sendo escrito rapidamente
Impotente
Eternamente
Impotente
Impotente
Impotente
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Do amor - amigo
Risada gostosa, daquela de jogar a cabeça para trás e bater com os pés no chão. Ah, confesso... Risada gostosa, daquelas de jogar a cabeça para trás e levantar as pernas para o ar, sim, porque entre o escândalo velado, o grito abafado e as mãos agarradas na cadeira para não bater palmas, eis que surgem elas: Brancas, roliças e teimosas, lançando-se em direção ao limpo azul, se lançando pois não tenho mais força para controla-las; A energia me fora sugada pela noite em claro.
“Fecha a perna! Você está de saia!”. Diz ele em um abstrato rompante de clareza. E eu, tentando induzir novamente as danadas gêmeas branquelas alheias à ação da gravidade de volta à terra,penso: “Nossa, ainda bem que uma mulher exponencialmente avoada como eu, tem alguém como você para cuidar da minha meninice.
Escrevi esse micro texto para o preferido na casa dele, enrolada no lençolzinho azul, depois de passar a noite acordada pedindo ombro emprestado e oferecendo o meu. E agora deitadinha no colchão pequeno, me sentindo deliciosamente acolhida pelo barulho familiar do ventilador e pelo cheiro de café da tia Flora, ofereço esse mínimo de carinho para você que esteve aqui durante minha vida toda e que vai estar presente todo o sempre, nem que seja apenas gravado nessas linhas desajeitadas que um dia podem até virar miolo de best - seller, mas que hoje são apenas a tradução do meu amor, que não se contentou em ficar dentro do peito.
“Fecha a perna! Você está de saia!”. Diz ele em um abstrato rompante de clareza. E eu, tentando induzir novamente as danadas gêmeas branquelas alheias à ação da gravidade de volta à terra,penso: “Nossa, ainda bem que uma mulher exponencialmente avoada como eu, tem alguém como você para cuidar da minha meninice.
Escrevi esse micro texto para o preferido na casa dele, enrolada no lençolzinho azul, depois de passar a noite acordada pedindo ombro emprestado e oferecendo o meu. E agora deitadinha no colchão pequeno, me sentindo deliciosamente acolhida pelo barulho familiar do ventilador e pelo cheiro de café da tia Flora, ofereço esse mínimo de carinho para você que esteve aqui durante minha vida toda e que vai estar presente todo o sempre, nem que seja apenas gravado nessas linhas desajeitadas que um dia podem até virar miolo de best - seller, mas que hoje são apenas a tradução do meu amor, que não se contentou em ficar dentro do peito.
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